Acordo de Copenhague permanece para o longo prazo

9 \09\UTC março \09\UTC 2010 at 15:09 Deixe um comentário


David Bounce, diretor da KPMG para a América do Sul

A Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, ocorrida em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro de 2009, representou um marco na história do debate sobre o tema, segundo o diretor da KPMG para a América do Sul, David Bounce. Segundo ele, a conferência e as negociações sobre a mudança climática, tecnicamente denominada Conference of Parties 15 (COP-15), foram promovidas como uma oportunidade de desenvolver e implementar acordos que causariam uma reação global à mudança climática, o que representaria evolução e continuação após o fim do primeiro período de compromisso do protocolo de Kyoto, que termina em 2012.

Bounce, presente no Seminário Internacional Oportunidades e Desafios do Mercado de Carbono Pós COP-15, realizado na última semana de fevereiro, em São Paulo, disse que era esperado que as negociações fossem difíceis, o que foi provado com o resultado aparentemente desapontador, à medida que as negociações chegavam à etapa final.  “Um acordo internacional não foi obtido, contudo, na última hora, um compromisso foi acordado, e o Copenhagen Accord (Acordo de Copenhague) foi traçado. Apesar de não ser legalmente compulsório, o acordo reflete um consenso político para o longo prazo e uma reação global à mudança climática”, conta Bounce.

De acordo com ele, o Copenhagen Accord diverge do Protocolo de Kyoto de várias formas.  “Não será possível conseguir que 192 nações concordem com tudo.  O problema da mudança climática será resolvido pelas nações e instituições capazes de lidar com os aspectos de adaptação e redução”, diz o executivo da KPMG.

Bounce acredita que uma das principais características da questão da mudança climática é o estreito alinhamento entre as nações que historicamente contribuíram com o nível crescente de emissões na atmosfera e aquelas com capacidade e o nível de desenvolvimento econômico com condições de lidar com essa questão.

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