Diferentes tipos de biomassa exigem instalação de injetor

26 \26\UTC novembro \26\UTC 2009 at 20:49 Deixe um comentário


Injetores mecânicos da Cerâmica Cavalcante (PA)

A troca de combustível consiste no uso de uma nova biomassa, com propriedades distintas da anterior, para a queima das peças cerâmicas. Para isso, é necessário a reforma dos fornos e a inclusão de máquinas injetoras de biomassa, uma vez que as características e o tamanho de algumas biomassas inviabilizam a inserção manual no forno.

Um injetor de biomassa é necessário para se que possa usar combustível como bagaço de cana, caroço de açaí, palha de arroz, entre outros. As biomassas queimadas para fornecer calor podem estar granuladas ou em briquetes. Os queimadores de biomassa são apresentados em todas as formas, tamanhos e preços. A Cerâmica Luara, de Panorama (SP), investiu R$ 23,8 mil na aquisição de queimadores mecânicos. Hoje, a empresa possui sete equipamentos como esse.

O aparelho pode ser empregado em atividades em que uma fonte de calor contínua é necessária, como caldeiras, fornalhas, secadores de grãos na agroindústria, fornos de cerâmicas, entre outros. A principal função do equipamento é concentrar a caloria gerada e direcioná-la através do canhão de saída.

O injetor de biomassa possui silos de armazenagem, onde o combustível  é estocado e através de roscas de alimentação, montada em sua base, alimentam o injetor.

De modo geral os sistemas de queima de biomassa podem ser utilizados com operação manual, semi-automáticos ou totalmente automatizados, podendo, nas versões mais completas, ter a partida, operação e parada totalmente automatizadas e comandadas por um computador.

O uso de injetores faz parte da avaliação de recursos tecnológicos da metodologia do CARBONOSOCIAL, que avalia as condições de acesso tecnológico, incluindo inovação de equipamentos e processos com o foco na contribuição para o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Com informações da Agência Sebrae de Notícias.

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