Governadora do Pará reconhece a importância dos projetos de carbono

25 \25\UTC setembro \25\UTC 2009 at 19:02 Deixe um comentário


Governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, durante visita à Cerâmica Menegalli

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, visitou pela primeira vez, no último sábado (19),  a cidade de São Miguel do Guamá, onde se encontrou com o presidente da Carbono Sustentável (antiga Carbono Social Serviços Ambientais), Stefano Merlin, e conheceu os projetos de substituição de combustível das cerâmicas paraenses.

Na ocasião, a governadora percebeu a importância de como o uso de biomassa renovável como combustível nas cerâmicas reduz o desmatamento da região, já que as empresas deixam de queimar lenha nativa. “Esse material residual deixa de gerar metano na decomposição no meio ambiente e a floresta nativa é preservada”, disse o presidente da Carbono Sustentável.

Ana Júlia Carepa também visitou um desses projetos. Acompanhada de Stefano Merlin, a governadora conheceu a troca de combustível da Cerâmica Menegalli, que aplica a metodologia do CARBONOSOCIAL, e passou a usar caroço de açaí e serragem para aquecer os fornos.

Entusiasmada com os projetos, Ana Júlia Carepa disse que vai levar o “case” dos ceramistas de São Miguel do Guamá para o encontro global de governadores, que acontece no final deste mês na Califórnia, nos Estados Unidos. “Essas são ações concretas que vocês estão executando para diminuir a emissão de gases”, disse ao ceramistas.

Para a governadora e os ceramistas, o mais importante no momento é acessar o sistema de compra de crédito de carbono Climate Action Reserve (CAR), utilizado pelos norte americanos. O sistema de medição de emissão de gases é complicado e rigoroso, mas não tanto quanto o do Protocolo de Kyoto, que é, segundo especialistas, difícil de ser acessado por países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Outra questão é que não recebemos nada por manter a floresta em pé ou por recuperar áreas degradadas. O que vamos levar ao mundo é que a floresta amazônica beneficia  todos os países e que o crédito de carbono não elimina a responsabilidade dos países desenvolvidos pela degradação de outras áreas ou pelas formas de consumo que vão continuar a produzir impactos sobre o meio ambiente”, disse Ana Júlia.

Com informações da Agência Pará de Notícias.

Clique aqui para ver as fotos da visita

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