Briquete não é bagaço. Entenda a diferença!

18 \18\UTC setembro \18\UTC 2009 at 18:03 Deixe um comentário


Queimar bagaço exige investimento

Apesar de o briquete e o bagaço serem derivados da cana de açúcar, essas biomassas não são o mesmo produto. “O bagaço é um resíduo in natura que existe nas lavouras de cana e pode ser utilizado em caldeiras ou fornos. Quando esseresíduo é prensado e compactado, se torna um briquete”, explica o analista técnico da Carbono Sustentável (antiga Carbono Social), Gabriel Toledo Piza.

“O briquete é o bagaço que foi compactado sob pressão, portanto libera uma grande caloria com um volume reduzido”, conta o analista técnico, dizendo que por isso, o preço do briquete é mais caro. A cerâmica Bom Jesus, de Paudalho (PE) paga R$ 230,00 por tonelada de briquete.

Na maioria dos casos, o processo de briquetagem é realizado fora da cerâmica, por empresas especializadas. Segundo  Piza, o equipamento de prensa do bagaço, chamado de briquetadeira, é grande e de alto custo.

Mas apesar de ser mais barato, usar bagaço exige investimento em tecnologia. Segundo o também analista técnico Thales Carra, para queimar essa biomassa é necessário instalar queimadores ou injetores. “Esses equipamentos injetam automaticamente a biomassa e o ar, já que é inviável a injeção totalmente manual.”

Produção – Os fornos não costumam ser abastecidos apenas com uma biomassa. Há sempre uma mistura de combustíveis. Um exemplo é a cerâmica Maguari, de Nazaré da Mata  (PE), que utiliza 80 kg de briquete, entre outras biomassas, para produzir 1 milhão de peças.

Entry filed under: Bagaço/briquete de cana, Biomassas Renováveis. Tags: .

Resíduos de cana são combustíveis para cerâmicas Cerâmicas investem no desenvolvimento social

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