Mandioca também pode reduzir emissões

23 \23\UTC julho \23\UTC 2009 at 19:40 Deixe um comentário


Os participantes do XII Congresso Brasileiro de Mandioca tiveram a oportunidade de aprender mais sobre créditos de carbono. O diretor-presidente da Carbono Sustentável (antiga Carbono Social Serviços Ambientais), Stefano Merlin, esteve presente no evento, realizado em Botucatu (SP), no último dia 16 de julho, para falar sobre sustentabilidade e as oportunidades da indústria da mandioca no mercado de carbono.

Segundo o presidente da Carbono Sustentável, o Brasil tem participação ativa no  mercado de carbono, com o desenvolvimento de projetos de energias renováveis, biomassa, co-geração de energia, aterros sanitários e biocombustíveis, como o álcool produzido a partir da mandioca.

Merlin explicou que com a criação da Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1998, nasceram iniciativas para diminuir os efeitos das mudanças climáticas. Desde então, foram estabelecidas metas de redução de emissões através de programas como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Além disso, o presidente da Carbono Sustentável comentou sobre o mercado voluntário, que inclui  a participação de países que não possuem metas de redução.  Ele conta que uma das principais características desse mercado é a presença de standards que garantam confiabilidade e transparência, como é o caso da metodologia do CARBONOSOCIAL.

“O CARBONOSOCIAL monitora a contribuição socioambiental das atividades desenvolvidas ao longo dos projetos, através da análise de seis recursos de sustentabilidade: social, humano, carbono, biodiversidade, natural e financeiro”, diz Merlin.

O evento foi promovido pelo Centro de Raízes e Amidos Tropicais, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Apoiaram o Congresso a Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA/UNESP), o Sebrae, a Sociedade Brasileira de Mandioca (SBM) e a Associação Brasileira de Produtores de Amido de Mandioca.

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